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1.29.2013

t & p | sienna & olivia | ella

|TENDER PEOPLE|
MEET MY INSPIRATIONS

MULHERES DIFERENTES
O ESPECTACULAR SORRISO

TUDO É NATURAL SEM A VULGARIDADE DE TUDO O QUE É FASHION 'PONHA-SE NO CORPO'

O ESTILO
A ELEGANCIA
O CHARME
A BELEZA

RESPIREM OLIVIA PALERMO E SIENNA MILLER





ELLA
QUANDO SEXY NUNCA SERÁ VULGAR

12.07.2012

t & m | ouvi o texto muito ao longe | ella



 | TENDER MUSIC |

QUANDO ESTAMOS MAIS PERTO DE CHEGAR
LISBOA
MULATA
ONDE VAMOS CURAR A FERIDA AO SOL E OUVIR
A ESCRITA AO LONGE
CADA VEZ MAIS A TERNURA É QUE NOS 
ACALMA
ELLA

11.25.2012

t & a | é lisboa em arquivo | ella

|TENDER ARCHIVE|
|LISBOA DE VIDA|

'Mas o meu amor sempre será a luz de Lisboa, o calor de Lisboa, as aberturas e saídas que Lisboa me dá, onde lá ficam quem sempre Amo. Onde a amplitude do meu eu é maior. Um grande amor trás sempre uma ilusão maior, desgostos maiores. Por isso volto a norte onde entre o amar e o adorar, fico eu e sempre na certeza que poderei voltar para os braços de quem não só me adora como também me ama. É como em tudo na vida não é?'

São bocados de mim. Eu e ela somos uma.
Estando longe cada vez sei mais mais que lhe pertenço.
As letras são minhas. As fotos não, são de todos que a espreitam.

ELLA





11.17.2012

t & t | araparigadamaquinadefilmar |



|TENDER TALK|

PORQUE HOJE SABEREMOS ONDE ESTÁ ELENA..
A MINHA TENDÊNCIA SERÁ SEMPRE PARA DIZER QUE ESTARÁ NO NOSSO IMAGINÁRIO

onde a criamos e a onde a quisermos levar. porque aceitem.  este filme comunica que há uma maneira diferente de pensar. Em todos nós.


@caminhos do cinema português | coimbra                 
ELLA

t & w | manual do erro com que já não se consegue viver | ella


| TENDER WONDERLAND| 
by
Ella

Foi como desbloquear. Foi o derramar de uma vida. Saber que existe uma dor maior que que a minha alma. Foi entender a dor. Comer a dor cravejar a dor enterra-la e arranca-la ao momento foi servir e come-la. Custa-me a sinceridade perdida de conhecer que há erros com que não consigo viver. Venha os céus e os dias passados os meus diálogos a perseguição da teoria da felicidade que há um erro esse erro de errar um mundo, que jamais vou conseguir viver. Muda-se a vida e a vida vem connosco. Vestimo-la com uma cidade diferente, interesses diferentes e na merda da bagagem esquecemos nos de sincenrizar o erro. Esquecemo-lo dizemo-lo enterrado e ele vai e desenterra-nos. Mortos e monstros. Pequenos senhores, de coração mentindo aos dias que passam. 

E o que ninguém pergunta é: e o que se faz no dia quando se acorda tarde demais?
Quando a dor está tão viva, quando não existimos, quando e como pensamos ser?

Nesse dia vês tudo. Vês onde estás e como estás. Nesse dia não existem mais noites acompanhadas no sozinho, nem triste dia em claro. Já não se finge. Já não se sofre. Vivemos com ela. A dor e o erro de não aceitar. E a partir desse dia só seremos quem somos. Desprovidos da alma grande ao sol e o perdão nas mãos. Escrevem-se palavras sinceras e morremos na febre de estarmos como não queremos.
Nesse dia não se renasce. Nesse dia acordasse. Deitasse com a força de quem carrega a certeza de quem já sabe para o que serve uma vida.
Devemos cumprimentar quem somos. Mostrar a casa onde vivemos e apresentar os nossos interesses. Devemos preparar a humildade para ser madastra de quem sempre nos vai  lembrar à dor a dor que ela tem.

Devemos viver o mundo como o dia da primeira vez. Não devemos ser maus. Egoístas. Nem viver de certezas. Orgulhos. Que nem temos. Não somos caprichos, nem razões. Devemos ser nós. E só nós isso basta ao mundo. A Deus e a ti. Ser bons, saber que somos somente bons. Aquele que sabe logo que está a fazer mal e só deve saber uma coisa: que terá uma consequência. Tratar bem e não criticar o tudo e o nada. É naif. E assim devemos nos manter. Nesse dia. Sabemos o que nos centra. O que enche. Preenche. Vives bem. Fazes bem e passas o resto dos dias com cara de quem faz bem. Nesse dia é assim. Sempre. Para. Para sempre.

No dia que cai em nós uma epifania sabemos ainda que o mundo não mudou. Que fomos nós e só nós. Mas esse é o dia que vais mudar o mundo. O mundo não vai girar diferente. O que vai girar é a maneira do que levamos e trazemos para casa. Ninguém aceita que mudaste, porque nem a ti disseste que querias mudar. Só mudaste porque já não sabias viver mais nessa dor. Estavas morto. Mentiroso. Bate e não sentes. Sofria no vão. E é só nesse dia onde já só carregavas a vida que é percebes o que mudou. E ninguém aceita. Ou acredita. Terás que sorrir e acenar para trás. Pois não foi hoje. Não. Foi há uma vida que te estranhavas.
E hoje é o dia que eu disse não conseguia viver mais com os meus erros. Não os saudáveis. Esses esforçaram-se para me fazerem chegar até ao dia de hoje. O Erro. O Erro da 'descoragem' de dizer que errei. Esse sim.

O erro do pó que me enchi. O pó amorfo das teoria que não eram minhas. O pó que me deu anos de vida triste. O cinza-pó que não me deu alento na solidão. O que me amargou. O que partiu num cacilheiro.
Porque a queixa de muitas vidas é que se desencontra do amor. Mesmo assim a imaturidade de umas décadas, mesmo assim foi-me recompensada com um grande amor, Amor que eu isolei, maltratei, rebentei porque achava que era melhor do que esse amor. Se pudesse hoje não o faria. Alguém que ama como eu amei e nega e nega porque se achava maior que Deus para escolher, só uma coisa. Não percebe a escolha que fez. Só neste dia.

Sim não estaria sozinha
Errada
Sofrida
Despida
Depressiva
Deprimida
Regressiva

Não foram escolhas. Rastos de pó das escolhas de quem já não sou. Vivo hoje nas minhas gordas teorias e no erro que comi. Os anos que não escrevi. Os hologramas de gente que conheci mas também não as mais encontrei. E vive-se assim. Neste dia que é tarde demais para voltar a amar. Mas é neste dia que acredito até que enfim, já acredito nos meus erros e acredito acima do acreditar que com eles jamais consigo viver. Com eles sei que não os vou mais cometer. Quando mudamos, voltamos a um estado: ao que éramos antes de errar e nesse dia então o nosso mundo acaba de mudar. Porque enquanto formos só o nosso eu a falar só existe uma coisa: acreditar nele. nós.

Dou-me uma segunda chance. E sem grande mundo atrás vou tentar encontrar o que tanto perdi.
Vai ser uma vida!



O amor cura. O próprio ainda mais.

Ella

11.01.2012

t & t | cinema | deste lado da ressurreição | ella





| TENDER TALK |


E eis que ele chegou. O convite, tantos anos que esperei por ti.
A antes-estreia é dia 7. 
Mas dia 15 já podem também  espreitar este lado... DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO.
Cinema Português. Porque nós gostamos. 


ELLA

10.24.2012

t & w | tudo o que temos é agora | ella

| TENDER WONDERLAND |

Ninguém. Não me apaixonei, ninguém existe. Descobri que sou romântica e agrada-me. Tenho esperanças em histórias de amor mesmo que não as viva

Virgílio foi citado por Paixão desta forma: ‘Gostava de saber porque te amo, nesta forma estranha de não te ter amado nunca’.

Mantenho o coração encantado depois dos desencanto da vida. Agora deixa-me ser feliz sem ninguém. E em segredo quase me parece real estar apaixonada.

será ?
ELLA

10.22.2012

t & t | thankful | jo & ella

| TENDER TALK |
| OBRIGADA |

Rápido. Os nossos telefonemas são tão pouco rápidos. Confessamos: estamos acarinhadas pela aceitação da nossa ternura. Em cada mensagem partilhamos os devaneios e o coração. Nós e o coraçãoA tendência é só uma: A ternura que pomos nas coisas.

A alarmante boa, oh que boa boa, visualização do nosso TOMATO deixa-nos incapazes de não ruborizar as faces. Ser reconhecido é bom. Ser aceite melhor. Ser seguido por milhares é o planar da felicidade. 

No dia que decidimos criar um blog à chuva, em que juramos ser criativas, em que cruzamos o caminho das nossas tendências, esse dia tornou-se ao final de cinco dias uma simples coisa: Que é tão quente é inspirar. Obrigada em duplo. Sim até aquele/a que desde a Malásia nos segue. E a ti.

'There’s an anger to everything in our culture right now. 
And I’m sort of ready for a kind of sweetness and a softness to things'

ELLA

JO

10.21.2012

t & w | apatia de uma noite de domingo |

TENDER WONDERLAND
|ELLA|




tudo tornou-se clarividente demais. Quando nada se passa nada escrevo também. E escrever sobre o nada, será correcto, eficaz e bom? Não sei apenas teclo como fazia antigamente, com uma apatia inexplicável! Sinto-me estupidamente abandonada pelo meu coração. Ele não bate, ele não sofre, ele não  reage aos estímulos que o mundo lhe dá. Não sei se pense mais sobre isso. Tenho saudades de uma música. Não é a minha favorita. Diz que acaso vai-me proteger enquanto eu andar distraída. Que devia ter amado mais, chorado mais que devia ter visto mais vezes o sol nascer. Insolitamente quero ver o sol nascer, mas quero estar distraída para acontecer. Então como faço? Sento-me a beira da margem. Tu sentas-te do outro lado. E a margem ficamos. Dia e hora saberemos por defeito, do feito que é para ser! Porque penso em ti, quando devia sentir o teu sorriso ao meu lado. Estarei adormecida. Não duvido. Só quero que voltes a bater de novo. E no entretanto que o tempo da espera não torne a tristeza normal.

ELLA

10.17.2012

t&w | twice tomato |


TENDER WONDERLAND
QUEM SOMOS? 
|who are you?|
JO & ELLA


Moda, Fotografia, Livros e Magz. Ler e Escrever. Música, Shows,Concertos Cinema; Gadgets. Viajar. Praia. Cães. Amigos, Família. E sobretudo de sonhos. 

Nós gostamos de tudo sobre ternas tendências
Fashion, Photography, Books and Magz. Read and Write. Music, Concerts, Cinema; Gadgets. Travel. Beach. Dogs. Friends, family. And Dream.
We like everything about tender tendency 


Jo & ELLA

t&w | devia ter sido há mais tempo | foi agora


TENDER WONDERLAND
O TEXTO DA JO
|o toque da ELLA|


Chove chove chove chuva.
Como sempre no Porto.
As manhãs madrugadoras são iguais às noites quando chego, às vezes nem sei se abro a persiana. 


Estávamos a fumar no cantinho do restaurante, abrigadas. 
As melgas fora de estação.
- O que é que este barulho?
- Estão a cortar as árvores, e acho muito bem.
- Mas ainda é cedo para podar...- Não acredito que estamos a falar de podas, 
- E de chuva...Despedimos-nos debaixo de uma chuvinha fina, como uns saltos de 12cm que passeiam devagarinho no paralelo. 
- Sisters Simpson?


Abro a porta, já estou quase no elevador. 
Volto para trás, puxo-a com força, quase nunca fecha bem...
Podia ser alguma coisa a ver com tomates secos...
 "Dry tomatoes?"
A foto dos tomates como roupa estendida ao sol parecia-me aliciante, 
tal como a receita, para começar...Com ternura.
Como um bombom para tirar o sabor do tabaco e pego no telefone.



No dia seguinte prometo que crio o DRY TOMATO
É que se não começarmos hoje poderá ser considerado ilegal o desperdiçar de tanta criatividade. 






Jo & ELLA